segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Heidelberg

Depois de curtir e se apaixonar por Berlin, partimos para o próximo destino. Era sábado, umas 22h quando pegamos um trem rumo a Heidelberg, uma cidadezinha com cerca de 150 mil habitantes, localizada nas margens do Rio Neckar. A dica de visitar este lugar foi de um amigo meu com o seguinte argumento: Leve seu namorado pra ver os castelos de Heidelberg que ele te pedirá em casamento no ato. Pronto, inclui no meu roteiro!

Brincadeiras a parte, li por aí que desde 1300 esta cidade é considerada a origem da ciência e da cultura germânica, além de ser considerada também como a cidade mais romântica do país.

O ponto alto da cidade é o Heidelberg Schloss, um castelo lindo que fica lááááá longe, lááááá no alto e que exige força na peruca (e nas pernas) pra chegar no topo. Mas olha, vale muuuuuuuuuuuuiiito a pena. Tudo é incrível, desde o trajeto até o castelo propriamente dito.
Chegamos na estação de trem por volta de 6h da manhã. De lá, pegamos um ônibus e descemos na cidade velha, o centro histórico de Heidelberg. O dia estava nublado, caia uma chuvinha fina, o dia estava começando a nascer e eu estava em uma ponte, com um rio embaixo, totalmente entregue àquele momento. A cidade estava deserta, um carro ou outro passava pelas ruas, algumas bicicletas, mas eu estava me sentindo a porteira do lugar. Este foi um dos melhores momentos da viagem pra mim!

Saímos para conhecer o lugar e o comércio estava fechado. Padarias e lojas nem se preparavam pra começar suas vendas. Vimos casas de tudo quanto é tipo de estilo. Telhadinhos alaranjados, garagens com jardins, janelinhas charmosas com sacadas, ruas de paralelepípedos... tudo lindo!
Vimos o comércio abrir por volta de 9h, quando estávamos seguindo rumo ao Castelo. Passamos pelo meio do mato e essa foto ao lado ilustra bem como era o local: não prece um quadro? Uma pintura? A vegetação deste lugar é muito rica, em plena sintonia com tudo ao redor.

O Castelo é maravilhoso, grandioso! Uma bandinha tocava um som agradável, com instrumentos bem diferentes dos convencionais. Daquilo que conheço acho que só consegui distinguir a flauta por que o resto era tudo diferente: piano diferente, tambor diferente, violino diferente... hahaha, desculpem minha ignorância!
Me arrependo de não ter comprado um CD da bandinha, viu...

Dentro do castelo também existe um museu e uma sacadona de onde pode se avistar a cidade. Que visita agradável!
Quando era meio-dia já havíamos conhecido o lugar todo, primeiro por que chegamos mega cedo e depois por que o espaço é pequeno mesmo. A subida e a descida do Castelo cansam bastante, eu fiquei um trapo e até dormi na praça!
Almoçamos por lá mesmo, em um restaurante com diversas opções de pratos (eu pedi uma pizza!). Mas a vila conta com diversas barraquinhas onde vendem comidinhas locais: salsichões, chocolatões, crepes e tudo mais que se pode imaginar.

Eu adorei Heidelberg, um encanto! Aconselho passar um dia neste lugar incrível, bastante turístico, mas que tem muito o que mostrar.

Pegamos o trem rumo à Munique no comecinho da noite.  A viagem até que foi rápida e depois de umas 4h chegamos em nosso terceiro destino: Munchen!

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