domingo, 30 de maio de 2010

SALVE GERAL!

Quero mandar um SALVE pra quem é (ou era, ou foi) querida na firma e ganhou uma bela surpresa no último dia de silviço: [SMACK PRA MINHA PESSOA!!!]
Éé amigos, euzinha, ganhei um almoço com TODO MUNDO EVERYBODY rodeado por todos os amigues da empresa, afagos e um presente prá lá de lindo, prá lá de útil e com um cartão prá lá de xuxu ;=) Eu só não chorei pq sou uma ogra, Aquariana que só desagua em momentos que incluam agulhas e afins.

O presente foi uma capa personalizada colorida com macaquinhos desenhados para que eu possa guardar meu notebook que está à caminho, um chaveiro com olho grego, pimenta e todas as mandingas necessárias para que eu possa espantar o mal olhado, a zica e todas as energias negativas vindas do Satico e um cartão, que veio assinado por TODO MUNDO EVERYBODY, e o tema escolhido por eles foi: SUCESSO. Veio total a calhar! Pq se antes eu tinha dúvidas sobre botar pra foder ir atrás desse sucesso, agora eu não tenho mais. E não tenho por causa dessa gente que gosta de mim e que estava ali, do meu lado, no último dia me abraçando, me beijando e desejando tudo de melhor nessa nova fase que se aproxima.

Eu fiquei muito feliz com tudo isso, nem tenho palavras pra definir. Eu adoro fazer amizades, conversar com as pessoas, sorrir, fazer o bem e esta foi a resposta que eu sou bem quista e que tenho AMIGOS que torcem por mim, seja lá qual for o momento da vida.

Além de receber good vibes do pessoal do escritório, muitos outros amigos me mandaram mensagens de apoio e de incentivo. Está tudo gravado no meu coração.

Eu me despedi do Itaim sem lágrimas nos olhos, com os músculos relaxados, sorrisão no rosto e com o meu intestino funcionando como nunca nesta última semana. DESCARREGO MINHA GENTE, tudo de ruim foi embora. E tudo de bom que houve um dia, está aqui comigo, pra sempre. E são vocês. Obrigada, amigos!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tô no pião, tô no mundão...

Então, li por aí que hoje é o Dia da Toalha. Mas como não tenho nada pra falar sobre as toalhas de casa e muito menos sobre o "Guia do Mochileiro das Galáxias", vou escrever sobre as minhas paranóias mesmo.
Tenho apenas três dias de silviço pra cumprir. Tô tipo num aviso breve, sabe como é?! Não que eu queira trabalhar e ir pro Itaim Bibi feliz e contente. É só pq eu quero receber o salário do mês inteiro, coisa de pobre mesmo, mas fazer o quê?
Eu queria que vocês me dissessem se é comum essa ansiedade toda. Esse sentimento de "por onde eu começo?" ou "será que vai dar pé?" está tomando conta de mim. Ontem eu comprei um Notebook pra trabalhar e sonhei com ele, aberto no Outlook e eu trabalhando feito uma vaca véia. Se o sonho for um relato do futuro, fico feliz. Pelo menos eu estarei usando a parada e trabalhando, né?!
Eu sou muito preocupada com dinheiro. MUITO! Odeio dívidas e dever pra alguém, mesmo que seja pro meu irmão. Isso me deixa louca! Mas sem parcelar é impossível de se ter certas coisas, né?! (Ainda) não consigo pagar tudo à vista como gostaria e, como não possuo cartão de crédito (por pura opção, que fique claro), acabo pedindo emprestado e parcelando a vida no nome do Rodrigo. Eu pago, viu gente. Mas dormir pensando que devo dinheiro me deixa prá lá de enlouquecida. Eu passei por isso com o lance do meu carro (que também estou pagando em suaves parcelas pro meu irmão) mas aos poucos estou me aquietando.
O lance que me deixa com os nelvos duros e tensos é essa minha nova rotina, meu novo estilo de trabalho que optei seguir. Será que vai dar certo? Será que vou conseguir me manter? É muita coisa na minha cabeça, estou as ponto de surtar.
Preciso fazer tanta coisa, falar com tantas pessoas e aprender diversos esquemas que às vezes eu me pergunto: Será que é isso mesmo? 
Bom, é o outro caminho, o desconhecido e eu quero ir até lá e ver qual é. Não tem jeito. Se eu não tentar, vou ficar me lamentando e me punindo a vida inteira por ter tido a oportunidade e não ter aproveitado. Então, eu vou meter as caras na janela do NOVO e ver o que pega por lá.
Já estou dando os primeiros passos e tô andando com fé pq ela não costuma falhar.

Ah, gostaria de aproveitar o espaço aqui concedido e pedir pro meu Anjo da Guarda me dar a resposta praquilo que estou aguardando ansiosamente esta semana. Queria muito começar esta minha nova vida experimentando novas esperiências. 
Por enquanto, sem muitas explicações, mas se rolar, eu conto aqui. Por ora, o assunto pertence somente a mim e ao meu Anjinho que me olha e zela por mim.

Vai na fé, Nêga!

Obs:. Título e final da postagem em homenagem ao "mano" Sabotage, que estava embalando meu relato. 

SUPER-HERÓI

Não quero imitar
Deus ou coisa assim
Só quero encontrar
O que é melhor em mim
Ser mais do que alguém
Que sai num jornal
Mais do que um rosto num comercial
E não é fácil,
Viver assim

Se eu quiser chorar
Não ter que fingir
Sei que posso errar
E é humano se ferir
Parece absurdo
Mas tente aceitar
Que os heróis também
Podem sangrar
Posso estar confuso
Mas vou me lembrar
Que os heróis também podem sonhar
E não é fácil
Viver assim

Seja como for agora eu sei
Que o meu papel
Não é ser herói no céu
É na terra que eu vou viver

Eu não sei voar
Isso é ilusão
Ninguém pode andar
Com os pés fora do chão
Sou só mais alguém querendo encontrar
A minha própria estrada pra trilhar
Apenas alguém, querendo encontrar
A minha própria forma de amar
de amar, de amar, de amar
Sou só mais alguém querendo encontrar
A minha própria estrada pra trilhar
Apenas alguém, querendo encontrar

E não é fácil.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vai lá, vai lá, vai lá!

O mundo dá voltas, meus amigos. Não só em nossa vida pessoal, mas no âmbito esportivo futebolístico também.
Ontem foi dia de jogo. São Paulo X Cruzeiro, valendo vaga na semi-final da Libertadores da América que o CUrintia nunca viu .
Me recordo muito bem deste mesmo jogo, nesta mesma fase do mesmo Torneio no ano passado. O Tricolor perdeu o jogo de ida, lá no Mineirão para o Cruzeiro com o placar de 2X1. O jogo de volta, no Morumbi, foi 2X0 pra eles.
E lembro muito bem desse segundo jogo. Neste mesmo dia, tive que trabalhar e não consegui assistir a partida. Fiquei puta da vida pq além de não conseguir ver o jogo, estava trabalhando em um evento, era aniversário da atriz Mylla Christie. E puta que me pariu, essa engraçadinha fodeu a minha vida.
Na hora de ir embora, pedi para uma colega de trabalho me dar uma carona até a Móoca. Ela era CUrintiana, mas daquelas torcedoras que só conhecia o Ronaldo no time, sabe assim? Pois então, fui ouvindo o segundo tempo no rádio do carro dela. Estava aflita e torcendo pro meu time virar esse jogo. Não deu. Foi foda. E o pior veio depois, com a demissão do nosso técnico querido Muricy Ramalho.
Mas são águas passadas e, como disse no início deste post, o mundo dá voltas...

Tricolor e Cruzeiro se enfrentaram novamente nas quartas de final da Libertadores deste ano. Mas desta vez, a história foi outra.
Primeiro jogo no Mineirão, 2X0 pra gente. Nem eu botei uma fé que venceríamos o Cruzeiro em casa. Além do trauma do ano passado, o Cruzeiro estava bem melhor na competição. Mas nos preparamos, jogamos bem e contamos com a sensacional estréia do nosso centro-avante Fernandão, que participou das duas jogadas que resultaram em gols.
Ontem, jogo de volta no Morumbi. Lá estava eu e mais 52.000 torcedores confiantes na classificação. O Cruzeiro precisava ganhar de dois gols de diferença. Meta difícil de alcançar.

O time entrou em campo e eu estava na fila do banheiro. Mas o melhor da festa eu não perdi. É, tudo bem que não vi o Kleber ser expulso aos 2 minutos de jogo, mas quem disse que isso importaria alguma coisa?
Vi um golaço do Hernanes, depois do lateral Júnior César entortar o zagueiro cruzeirense. Que lindo! A diferença que já era grande, ficou maior ainda.
O jogo estava bonito. Defendemos como sempre, desarmamos muito e atacamos sem parar. Colocamos a Raposa na roda, só no toque de bola.
O segundo tempo foi melhor ainda. Logo início, nosso Fernandão ajeitou de cabeça e Dagoberto marcou mais um. Me rendi!
Os minutos restantes foram de pura exibição. Passes precisos e os gritos de “Ooooooolléééé” embalaram os jogadores.

Eu estava lá, gritando, sem sentir frio, com quatro parceiros queridos (que me escoltaram o tempo todo, me senti a Paris Hilton!), só alegria.
Os gritos da torcida, a ôla, o sorriso, os dribles e a vitória fizeram desta noite um momento inesquecível. Agora sim!
Como disse meu amigo: “Vocês não queriam ver o São Paulo jogar bem, porra?! Tá aí!!!!”. Tudo perfeito, estilo a era do mestre Telê Santana que não deixou de ser lembrado e homenageado por nós.
A noite acabou e torcida Cruzeirense voltou pra Béozonte saboreando o gostinho da eliminação, aquele mesmo que sentimos no ano passado.
Eu voltei pra casa feliz e otimista. Se jogarmos dessa maneira daqui pra frente, não tem pra ninguém. É TETRA!



PS.: O vídeo abaixo é um retrato de como foi ontem. Conta ainda com os depoimentos de R.Ceni, Fernandão e Pirulito.





domingo, 16 de maio de 2010

Qualidade de vida começa com...

Olha, eu não sou a "QUALY" da Sadia, mas a minha vida, a partir do mês que vem vai ser baseada na QUALIDADE DE VIDA. Sério.
Minha gastrite nervosa da semana passada não foi à toa. Eu não sei pq e nem de onde vem isso, mas eu sinto as paradas. Quer dizer, parece que minha mente e meu corpo sentem a mudança. E ela chegou. Me faltava coragem para encarar e assumir, confesso. Essa mudança é pra mim como aquele namorado feio mas gente boa no último, sabe?! Aquele cara que você gosta um monte mas tem receio de apresentar pra família e principalmente para os amigos. Aquele que tá todo o conforto e carinho necessário mas não tem a "cara" ou o "status" do namorado da vizinha. Trabalhar de casa, para si mesma tem essa cara. Muita gente torce o nariz só pq você está teclando de pijama e meia furada não faz parte de um mundo corporativo, de um lugar onde tem LTDA.ME no final do nome.
Na verdade, esse desejo despertou em mim no comecinho do ano. Tenho muitas amigas (os) que vivem assim, trabalhando de casa, com seus clientes e freelas e olha, vou falar, vivem super bem. Cumprem horários e obrigações, igualzinho um escritório, são felizes, menos cobrados, mostram resultados, não vivem quase 5 horas do dia no engarrafamento e conseguem investir em vida pessoal. Tem coisa melhor?
Ninguém está seguro, seja lá qual for o emprego. Eu já tentei muito a vida de escritório, de bater cartão e etc... Agora, que tomei um pé no cu que tenho essa oportunidade na vida, vou arriscar. Estou super contente e confiante. Precisava desse empurrãzinho pra partir e crescer. Não iria nunca abrir mão da comodidade, sabe como é, né?!
Mas agora que estou na pista, literalmente pra negócio, apareceram um mar de possibilidades e estou mega empolgada. Tenho certeza que tudo dará certo! Tenho os amigos mais queridos e fofos do mundo que estão me ajudando, me apoiando e torcendo por mim.
Eu não tenho nem palavras pra narrar o tamanho dessa felicidade. É claro que estou ansiosa e preocupada, mas isso faz parte de mim, não tem jeito, mas as vibrações são as melhores possíveis.
Dia 13 de maio, dia da Abolição dos Escravos, ficará sempre marcado na minha vida. É o fim da gastrite nervosa! Contra burguês, vote 16!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Terapia

Esta é a trilha sonora ideal para aliviar o stress.
Cliquem AQUI ou então dêem o PLAY abaixo e se soltem.



Para saber mais sobre o moço do Trololololo também tem link AQUI.

Perceberam que eu estou numa baita disposição para escrever, né?!
Vou ouvir mais um pouquinho do Trololololo pra ver se me animo, vai...

domingo, 9 de maio de 2010

*Feliz
Dia
das
Mães
pra
Rosa
mais
linda
do
meu
jardim*




Para Sempre

"Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?

Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho"

Carlos D. de Andrade

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Aprendi que quem rasga, perde a razão!

Juro que eu não iria falar nada sobre a derrota de ontem dos Gambá pro Mengão mas agora eu vou desabafar. Não pelo jogo em si, mas pq eu não aguento gente que não admite a derrota e fica dando desculpa esfarrada, que torcer contra o time dele é deixar de torcer pro meu. Pára, pelo amor de Deus!
Quem começou com a palhaçada de Centenário, de levar a Libertadores no ano mais importante da história do clube foram os próprios CUrintianos. Os mesmos que perderam a classificação para as quartas de final em casa, com o estádio lotado de gente apitando o jogo inteiro. E agora, no dia seguinte, ficam todos putinhos, se fazendo de bons moços e não aguentam a zoação.

Olha, eu acho assim: não quer ouvir piada, não sai de casa, não liga a TV e nem acesse a Internet. Futebol é paixão nacional. É derrota e é vitória. Uns choram e outros riem. Qual o problema nisso?

E você, que sempre zuou seu colega Palmeirense, Santista, São Paulino ou o cassete a quatro, aceite que hoje é o dia de te zuar, torcedor CUrintiano.

Não adianta querer me bater ou me dizer em tom de valentia "Você não me conhece", querendo me intimidar, pq eu sou a menos culpada nessa história toda. Vai reclamar com o Andrés, com o Mano, com o Gordo, com Vicente Mateus ou com o São Jorge, guerreiro protetor do seu clube. Aqui não, violão!

Aprenda a ganhar e a perder. Entenda que vocês disputaram, mas infelizmente a vitória é dada apenas a um time. Um apenas. E se não gosta de ouvir piadinhas, lembre-se de não fazer com os outros. A gente só brinca com que nos dá esse direito e se vocês não são dignos disso, eu também não aceito receber pito de torcedor que não entende o sentido real dessa palavra.

Um beijo com muito LOVE no coração de todos. SMACK!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

HEIN?!

E eu estou aqui, pesquisando o telefone para contato do Plano de Saúde do meu Pai e me deparo com isso:








Gente, pq?
Legal ter um telefoninho especializado pra surdo, mas péra lá! Não tinha um slogan pior?
Achei uma piada de mau gosto.

Chá de Balangadeira!

E então foi diagnosticado que meu Pai está com uma pré hérnia de disco (como assim, pré, né?! Pois é!). O coitado está à base de injeções e remédios desde segunda-feira passada. Aí ele veio se lamentar pra mim:

- Oh filha, eu tô todo fudido, cheio de picada.
- Pq Pai?
- Ah, só me dão injeção. Meu c* tá todo furado
- Como assim o c*, Pai?! Você tá falando só da sua bunda, né?! E não do seu c*. O que tão furando aí atrás, rapaz?
– disse eu querendo descontrair
- Ah filha, eu estou à base de Chá de Balangadeira
- Ãhn?
- Chá de Balangadeira. Aquele que você aplica com a mão e empurra com as cadeiras. Hahahahaha!


Oi, né?! E eu tive que ver meu Pai fazer a mímica do tal Chá de Balangadeira ainda por cima. Tipo, ele segurando o peru com a mão (dramatizando a parte do “você aplica com a mão”) e depois fazendo aquele movimento do CRÉU querendo dublar alguém “empurrando com as cadeiras”. Não é demais isso, meu Brasil?

Obs.: Não sei pq, eu consigo escrever todo e qualquer palavrão menos c*. A não ser em casos de extrema fudidez. Aí sim. Quando eu estou nervosa, o c* é escrito por extenso mesmo, sem estrelinha.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Divagando devagar

É tão necessário ter certos cuidados na vida. Não só na parte física, aquela que você tem que ir ao médico periodicamente, tomar remédios e fazer exames. Mas também certos cuidados ao pensar, agir e falar.
Atualmente eu vejo essas situações na minha vida. Vejo meu Pai se queixando de uma dor horrorosa nas costas, me vejo fazendo exames de rotina e buscando o pensamento positivo para evitar um exame dolorido que tenho medo. Também me vejo agindo com cuidado no meu trabalho, me esforçando pra tentar conseguir os resultados. E também me preocupo com as palavras que uso com as pessoas para não ofendê-las. E como tudo isso (pensar, agir e falar) fazem um baita efeito na nossa vida.
Nem sempre as coisas saem como esperamos, nem sempre recebemos as respostas que queremos ouvir, nem sempre sua fala é interpretada como você gostaria e nem sempre o seu trabalho agrada, mas assim a gente vai vivendo. Nesse ciclo louco, de altos e baixos, de aprendizados, tombos, alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, ganhos e perdas. E como dói receber um NÃO, um diagnóstico triste, uma palavra dolorida. Como dói.
E por outro lado, como é bom ouvir o SIM, receber uma cura, uma palavra de desculpas. Como é bom!
E todo esse bololô faz a gente mudar, sei lá se pra melhor, mas mudamos. O pensamento se transforma, a atitude e a fala. Não dá pra ficar inerte perante a isso tudo.