quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Da série: E-mails Inesquecíveis

Guardo alguns e-mails em especial. Aqueles que me passaram alguma mensagem ou que me fizeram um bem estar danado em ler.
Ontem estava relembrando e achei alguns que me tocaram mesmo. Decidi que vou publicar alguns principais aqui mas não vou especificar quem me mandou e nem em qual ocasião. Só as palavras bastam.

Segue o primeiro.
(22 de janeiro de 2007)

“Escuta: eu ganho meu ganha-pão cercado e escrevendo sobre futilidades todo santo dia.
Qdo eu trabalhava na Veja, a vizinhança aplaudia e eu era infeliz. "Pra que ficar na Veja. Pra dizer ao vizinho?"', pensei. Pedi demissão!
Hj, tô cagando para o que pensem do meu trabalho e sou feliz pacas.
Siga seu caminho e assimile esse golpe, que, na verdade, não é o fim de tudo.
Vc é uma pessoa que sabe lidar com público, é simpatica, faz amizade muito fácil, bem mais fácil do que eu... Precisa seguir batalhando por um espaço onde possa melhor viver dessas suas aptidões.

Não posso pedir pra vc não se sentir um lixo porque eu mesmo já passei por isso. Mas segui e tô seguindo ainda... Espero e torço pra que vc consiga tb, seja em assessoria, com foto ou o que seja. Pense - e mais que isso: aja!!! - no que quer fazer para a sua vida profissional, então, e rale!!!

Esqueci uma coisa: acho perfeito uma pessoa ter autocrítica, mas vc se pune demais da conta. O cara do jornal já esqueceu seu nome (se é que ele o guardou!) no momento que colocou um ponto final no artigo dele! Quem se queima é a assessoria, cujo nome se bater no ouvido do jornalista, vai remetê-lo à nota.
Mas vá lá! Ó, se estiver insuportável pra vc aí, peça as contas e vá atrás de um trabalho que a deixe, pelo menos, feliz. Aí, vou segurando as pontas em casa até vc se empregar de novo
Se precisar, sabe que pode contar...”

Um comentário:

  1. Moça, foi pensando em tudo isso que pedi demissão 3 vezes e abri uma empresa! rs
    bjão pra tu!

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