quinta-feira, 30 de abril de 2009

Meu Tatuapé Querido!

Ê Tatuapé Querido....

O que eu não faço pra te divulgar, hein?!
Dei até entrevista para a Gazeta Mercantil de hoje ressaltando suas qualidades.
Meu bairro tá ficando chique, gente! Em pleno desenvolvimento.

Segue clipagem para o deleite da ZL.
Com adjetivos e aspas da sua ilustre moradora - Roberta Cardoso (eu mesma).


E com a colaboração e assessoria de imprensa de Gil Oliveira (é nóis parceira! O próximo clipping é da Folha de S.Paulo)

Esse é o primeiro passo rumo ao BBB 10!
Iéééé, é Tatuapééééé!!!!



Tatuapé em pleno desenvolvimento
São Paulo, 30 de Abril de 2009 - O Tatuapé é a mina de ouro do mercado imobiliário de São Paulo. A mescla de padrões altos e baixos fez com que grandes construtoras e incorporadoras mirassem suas pranchetas para o distrito, considerado pela Prefeitura o mais verticalizado da Zona Leste. Segundo dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram lançadas 1.989 unidades em 2008, número 28% maior do que em 2007, quando foram colocados à venda 1.528 imóveis. Mas o maior salto foi de 2005 (334 unidades) para 2006, quando foram lançadas 1.508.

Apesar desse crescimento vertiginoso ao longo dos anos, os preços médios dos apartamentos não seguiu a mesma linha. É que houve anos que os lançamentos de imóveis de um, dois e três dormitórios superaram os de quatro quartos. Em 2008, por exemplo, o valor médio atingiu R$ 533 mil, mas no ano anterior, chegou a R$ 638 mil. Mas incontestavelmente o preço médio dos terrenos aumentou de 2006 a 2008. Até o ano passado, o metro quadrado no Tatuapé custava R$ 3,9 mil. E a tendência é aumentar mais, muito em função dos empreendimentos luxuosos que embelezam cada vez mais a paisagem.

Hoje edifícios, com vidro espelhado, dividem espaço com antigos casarões e vilas de operários. Descendentes de italianos, espanhóis e principalmente de portugueses, que se fixaram no distrito há muitos anos, também convivem com moradores vindos de outras regiões da Zona Leste. "O bairro é muito acolhedor, por isso todo lugar que você vai, encontra alguém que mora no Tatuapé querido", diz Roberta Cardoso, produtora de televisão. Desde pequena ela mora no distrito e mesmo hoje aos 26 anos, Roberta não faz planos de se mudar. "Só me mudo, se quando eu me casar, o meu marido fizer muita questão. Mas acho que isso nem vai acontecer." Ela cita a qualidade de vida, como um dos fatores positivos da região. "Aqui tem opções de lazer para todas as idades. Sem falar que tem tudo: parque, lojas, restaurantes, shopping."

"Faltava um empreendimento de altíssimo padrão no Tatuapé", afirma Fábio Romano, diretor de incorporação da Yuny Incorporadora. Por isso mesmo, a companhia em parceria com a Gafisa fez o Montblanc. "A gente está com 35% do Valor Geral de Vendas (VGV) já vendidos’, afirma Romano. Segundo o executivo, o total de VGV é de R$ 130 milhões. São 112 unidades com 264 m de área útil. "O mesmo movimento aconteceu no Morumbi. Era um pedacinho e acabou se expandindo muito. O bairro cresceu muito", afirma Romano. Ele acrescenta que há liquidez suficiente para as vendas acontecerem, "o problema é que há muita oferta de revenda de imóveis", aponta.

Romano diz ainda que o bairro foi aos poucos sendo construído por pequenas construtoras, mas quando os grandes players chegaram, a região se valorizou ainda mais. "Ainda existe oferta de terrenos em pequena escala. Continuamos estudando a possibilidade de investir ainda mais lá."
Segundo Sandro Gamba, diretor de incorporação São Paulo da Gafisa, o Tatuapé é a região que concentra pessoas de padrão mais elevado de toda a Zona Leste. "O distrito tem toda infraestrutura e as alças de saída são muito importantes, como a Marginal Tietê, a Radial Leste." Mas ele pondera que os moradores de maior poder aquisitivo são geralmente pessoas que trabalham na própria região.

Voltado para o padrão médio, Ecolife Tatuapé atrai casais que estão constituindo uma nova família. "O perfil deles mostra que 75% dos compradores são formados ou estão quase se graduando e todos têm carro", afirma Luiz Fernando Lucho do Valle, presidente da Ecoesfera. O empreendimento com 216 apartamentos deve ser entregue até o fim do ano. O VGV previsto é de R$ 50 milhões. "Localização, preço e produto são os fatores que levam as pessoas se decidirem por um apartamento. Nós adicionamos o fator sustentabilidade." Por isso mesmo, os moradores pagam 30% a menos de condomínio.

Gazeta Mercantil – Especial Mercado Imobiliário – 30/04/2009 – Pág. E6

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Um comentário:

  1. Meooooo, eu não acreditei quando recebi seu e-mail, Roberts Aparecida! hahhahahaha
    Sucesso pra ti.

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